Justiça para Orelha
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Hoje, o mar não ouvirá mais o som de suas patas correndo pela areia. Mas as ondas jamais esquecerão as pegadas que ele deixou na beira da praia. A casinha onde dormiu tantas noites estreladas agora se ilumina com a maior de todas as estrelas, brilhando sobre ele.
Infelizmente, Orelha foi encontrado com ferimentos profundos em diferentes partes do corpo. A gravidade das lesões foi tamanha que precisou ser sacrificado. Uma vida arrancada pela violência.
Isso não é apenas uma perda. É um crime. E crimes não podem passar sem punição.
Orelha não era só um cão: era vizinho, amigo, guardião silencioso da Praia Brava. Sua memória exige respeito e sua morte exige justiça".





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