![]() |
Cavalo não aguentou percurso de 15km e morreu por exaustão • Reprodução/Redes Sociais |
Por Thomaz Coelho, da CNN*, São Paulo20/08/25 às 18:13 | Atualizado 20/08/25 às 19:18
A Polícia Civil de São Paulo segue investigando Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz pela morte de um cavalo que foi mutilado em Bananal, no interior do estado.
O autor da mutilação tentou se justificar afirmando que “nunca tinha subido nesse cavalo” e que estava embriagado no momento. Ele também reconheceu a gravidade do ato.
“Eu estava em um teste. Nunca tinha subido nele aqui. Fiz isso em um ato de transtorno. Estava com álcool no corpo. Não é culpa do álcool… é culpa minha, sim. Reconheço os meus erros. Eu peguei e cortei por cortar. Foi um ato cruel”, declarou em entrevista à TV Vanguarda, afiliada da Globo.
Nesta quarta-feira (20), uma nova perícia será realizada no local onde o animal foi encontrado morto. O episódio aconteceu na tarde de sábado (16) e ganhou repercussão depois que imagens circularam nas redes sociais.
Repercussão
Nas redes sociais, a ativista Luísa Mell cobrou responsabilização. “Monstros! Como pode gente? Pelo amor de Deus! Exigimos punição! Estes covardes têm que pagar! Cortaram as patas de um cavalo simplesmente porque ele não aguentava mais andar!"
Repercussão
Nas redes sociais, a ativista Luísa Mell cobrou responsabilização. “Monstros! Como pode gente? Pelo amor de Deus! Exigimos punição! Estes covardes têm que pagar! Cortaram as patas de um cavalo simplesmente porque ele não aguentava mais andar!"
Já a cantora sertaneja Ana Castela chamou o caso de covardia e também pediu mobilização popular para que o episódio ganhe repercussão e chegue às autoridades.
A Anamma (Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente) emitiu uma nota de repúdio contra a mutilação e morte do cavalo.
Em nota, a Prefeitura de Bananal repudiou o ato, informando que acionou a Delegacia de Polícia e a Polícia Ambiental assim que tomou conhecimento do caso, solicitando a apuração dos fatos e a punição dos responsáveis.
A Anamma (Associação Nacional de Municípios e Meio Ambiente) emitiu uma nota de repúdio contra a mutilação e morte do cavalo.
Em nota, a Prefeitura de Bananal repudiou o ato, informando que acionou a Delegacia de Polícia e a Polícia Ambiental assim que tomou conhecimento do caso, solicitando a apuração dos fatos e a punição dos responsáveis.
Animal caiu por exaustão
O cavalo morreu por exaustão após ser forçado a cavalgar 15 km. O cavalo não aguentou o percurso, caiu no chão por exaustão e morreu em seguida.
Ao perceber que o animal estava morto, Andrey decidiu amputar as duas patas do cavalo com a ajuda de um facão. O homem ainda desferiu diversos golpes de faca na região do abdômen.
A justificativa apresentada pelo autor da ação foi a intenção de facilitar o lançamento do cadáver do animal ribanceira abaixo, já que era uma área de difícil acesso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário