Por Reci Clayton, @reciclayton
Orelha fazia parte da paisagem viva: dos passos lentos, dos olhares gentis, da convivência silenciosa entre humanos e natureza.
Sua partida, marcada pela violência, nos convoca a refletir sobre o cuidado, o respeito e a responsabilidade que temos com todas as formas de vida.
Que esta obra efêmera transforme dor em memória, e memória em consciência.





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